Propaganda de restaurantes: o passo a passo
Propaganda de restaurante que enche mesa em 2026 mostra um prato com preço e horário ("feijoada aos sábados, R$ 49, até as 15h"), com foto feita na sua cozinha, e leva a pessoa em um toque para reservar, pedir ou ver o cardápio. Anúncio, story e cartaz apontam para o mesmo lugar: o perfil no Google e a página do restaurante, onde o cardápio com preço está sempre no ar.
- O passo a passo para montar a propaganda, do prato à chamada.
- Onde publicar e como fazer promoção (dia fraco, combo, delivery) sem comer a margem.
- O que a lei exige no preço e na foto, e frases prontas para adaptar.
Como fazer propaganda de restaurante que traz cliente?
Comece pelo horário vazio, não pelo prato preferido do chef. A propaganda existe para vender a terça à noite e o almoço de sábado, não a sexta que já lota.
- Escolha um prato e um horário: um só, com o nome que o cliente usa ("parmegiana", "rodízio", "marmita executiva"), e o dia em que a casa está vazia.
- Escreva o preço e a condição: "R$ 39 o executivo, de segunda a sexta até as 15h". Preço escrito é o que a pessoa compara com o vizinho; "consulte" perde a comparação.
- Fotografe o prato de verdade, na sua mesa, com luz de janela e o fundo do salão. Foto de banco de imagem é reconhecida de longe e desmente o resto.
- Dê um toque para agir: botão de WhatsApp com a mensagem pronta ("Quero reservar sábado"), link do cardápio com preço ou do pedido pelo delivery próprio.
- Repita nos mesmos termos no perfil do Google, no story, no cartaz da porta e na página: quem vê no Instagram e confere no Google precisa achar o mesmo prato pelo mesmo preço.
Onde publicar propaganda de restaurante?
Na ordem do que traz mais mesa por real gasto:
- Perfil da empresa no Google: grátis e é onde "restaurante perto de mim" e "onde almoçar em [bairro]" aparecem. Publique o prato como post do perfil, com foto, preço e botão para o cardápio ou o WhatsApp; mantenha horário e fotos do salão atualizados.
- Página do restaurante: cardápio com preço, horário, endereço com mapa, botão de reserva e de pedido. É para onde o anúncio manda e o que o Google indexa para "[prato] em [cidade]". Os modelos de site para restaurantes e delivery da Sitey nascem com cardápio editável, galeria e pedido pelo WhatsApp, grátis para criar.
- Instagram e WhatsApp: story do prato do dia, lista de transmissão para quem já pediu, status do WhatsApp comercial. Alcança quem já conhece; não traz quem nunca ouviu falar.
- Anúncio pago local: Instagram ou Google com raio de poucos quilômetros, um prato só, no horário em que a pessoa decide (11h para o almoço, 18h para o jantar), mandando para a página. Comece com pouco por dia e desligue o que não gera pedido em uma semana.
- Cartaz na porta e indicação: quem passa na calçada e quem está na mesa. "Volte na terça e a sobremesa é por nossa conta" custa a sobremesa e enche o dia fraco.
O plano inteiro, com Google, delivery e recorrência, está em marketing para restaurantes; este artigo é a peça de propaganda em si.
Como fazer promoção de restaurante sem perder dinheiro?
Promoção boa vende horário vazio, sobe o tíquete ou traz o cliente de volta. Promoção ruim dá desconto para quem já viria.
- Dia fraco: "terça do rodízio" ou "quarta da massa" com preço menor só naquele dia. Enche o dia vazio e protege o fim de semana.
- Combo: prato + bebida + sobremesa por menos que a soma, mas mais que o prato sozinho. Sobe o tíquete médio.
- Happy hour: das 17h às 19h, porção e chope com preço fechado. Ocupa a hora morta entre o almoço e o jantar.
- Delivery próprio: entrega grátis ou 10% a menos no pedido pelo WhatsApp ou pelo site, porque o pedido sem a comissão do aplicativo paga o desconto e ainda sobra.
- Fidelidade: a cada dez almoços, um grátis; ou sobremesa no aniversário para quem deixou o telefone.
Toda promoção tem prazo, dia e regra escritos. E quando o preço subir, avise antes: cliente descobre aumento na conta e não volta.
O que a lei exige na propaganda de restaurante?
Três regras pesam mais. O Código de Defesa do Consumidor diz que a oferta publicada obriga (art. 30): o preço e a condição anunciados têm de ser cumpridos no salão, e a foto não pode prometer um prato diferente do servido (art. 37, publicidade enganosa). A Lei 10.962/2004, regulamentada pelo Decreto 5.903/2006, obriga a exibir o preço à vista dos produtos, o que no restaurante significa cardápio com preço legível na entrada e na mesa, inclusive a taxa de serviço, que é opcional para o cliente. Para o delivery, o Decreto 7.962/2013 exige que o site mostre CNPJ, endereço e o preço total com a entrega antes da confirmação.
O que o cliente confere antes de escolher é o mesmo: preço no cardápio, foto do prato e do salão, avaliações no Google e horário certo. Quem entrega isso não precisa de "o melhor da cidade".
Frases prontas para propaganda de restaurante
Curtas, com prato, preço e horário. Troque pelos seus:
- "Executivo completo por R$ 39, de segunda a sexta até as 15h. Reserve pelo WhatsApp."
- "Terça do rodízio: R$ 69 por pessoa. Mesa para até 8, é só chamar."
- "Pediu pelo nosso site, entrega grátis no bairro. Cardápio com preço no link."
- "Happy hour das 17h às 19h: porção + 2 chopes por R$ 45."
- "Feijoada de sábado a partir das 12h. Serve dois, R$ 89."
Perguntas frequentes
Qual a melhor propaganda para restaurante?
Um prato com preço e horário, foto feita na casa e um botão para reservar ou pedir, publicada no perfil do Google e na página do restaurante. É o que aparece para quem busca "onde comer perto de mim" e o que o Instagram reforça para quem já conhece.
Como divulgar um restaurante novo?
Perfil no Google completo no dia da abertura (fotos, horário, cardápio com preço), página própria com endereço e WhatsApp, e uma promoção de abertura com prazo, anunciada em raio curto no Instagram. Peça avaliação no Google a quem gostou; as dez primeiras avaliações decidem quem aparece.
Quanto custa fazer propaganda de restaurante?
Perfil no Google e Instagram custam o seu tempo; a página do restaurante na Sitey é grátis para criar, com hospedagem a partir de R$ 29,90 por mês. Anúncio pago começa com poucos reais por dia em raio local. O custo real é a foto boa e o texto, feitos uma vez.
O que substitui o iFood?
Nada substitui o alcance do aplicativo de uma vez; o que reduz a dependência é o pedido pelo canal próprio (WhatsApp ou o site, com cardápio e preço), anunciado com uma vantagem para quem pede direto, e a lista de clientes que já pediram. O aplicativo traz quem não conhece; o canal próprio segura quem já veio.
Posso usar foto de banco de imagem no anúncio do prato?
Para ilustrar ambiente, pode. Como se fosse o prato servido, não: a foto que promete o que a cozinha não entrega é publicidade enganosa pelo art. 37 do CDC. Fotografe o seu prato; um celular com luz de janela resolve.
Se a terça está vazia, a propaganda começa por uma página com cardápio, preço e botão de reserva: escolha um dos modelos de site para restaurantes e delivery, coloque os pratos e publique a oferta hoje.