Quem procura encanador quase nunca está pesquisando com calma: tem água no chão, o vaso não desce ou a torneira não fecha. O site desse ramo existe para encurtar o caminho até você — mostrar num relance que atende aquele bairro, deixar o botão de ligar e o de WhatsApp sempre à mão e responder as três perguntas da urgência: você vem hoje, quanto custa a visita e o que já consertou antes.
Você cria e edita grátis, sem programar nada: escolhe o modelo, troca textos e fotos clicando em cima e a prévia aparece na hora. Só existe um custo para manter o site no ar, a hospedagem, que já inclui endereço próprio, certificado SSL, painel de edição e os chamados caindo direto no seu WhatsApp.
Modelo de urgência: o telefone fica em três lugares da tela e o botão de ligar disca sozinho no celular, porque quem tem água no chão não preenche formulário. Topo azul com foto ao fundo e um cartão de chamado que já pergunta o bairro e o nível de pressa. Os serviços viram abas laterais e trazem a POLÍTICA DE VISITA no lugar do preço. Traz o passo a passo até o orçamento por escrito, a galeria de antes e depois, as regiões atendidas e um cartão que diz quanto custa a visita.
A versão do Bica com VÍDEO DE APRESENTAÇÃO: o filme entra em quadro 16:9 dentro do topo azul, entre o texto e os botões, sem tirar o cartão de chamado do lugar. Todo o resto é igual à base — o telefone em três pontos da tela, o botão de ligar que disca sozinho no celular, os serviços em abas com a política de visita no lugar do preço, o passo a passo até o orçamento por escrito e a galeria de antes e depois. Sem link, o topo volta à foto, sem buraco.
Este é um dos poucos ramos em que o telefone ainda ganha do formulário: com água jorrando, ninguém preenche campo. Os dois botões ficam fixos na tela, em toda página, e o de ligar disca sozinho no celular.
A primeira coisa que a pessoa quer saber é se você vai até lá. Liste bairros e cidades, e diga se a visita tem taxa e quanto é — dito antes, é informação; dito na porta, vira discussão.
Não é só boa prática: executar serviço sem orçamento prévio e autorização do cliente é prática abusiva pelo Art. 39, VI do Código de Defesa do Consumidor, e o Art. 40 exige que o orçamento discrimine mão de obra, material, forma de pagamento e prazo. A reclamação clássica do ramo é o profissional que mexeu primeiro e cobrou o dobro depois.
Prometer meia hora e chegar em três é o caminho mais curto para uma avaliação ruim — e o prazo anunciado integra a oferta pelo Art. 30 do CDC. Publique o tempo médio que você cumpre de verdade e sustente com foto do antes e depois: neste ramo, imagem de serviço bem-feito vale mais que adjetivo.
Criar e editar é grátis — você monta o site inteiro antes de pagar qualquer coisa. Só existe um custo para colocar no ar, a hospedagem: R$ 29,90 por mês no plano anual ou R$ 39,90 mês a mês, com endereço próprio, SSL e painel inclusos.
O formulário pergunta o que muda a sua ida — o tipo de problema, o bairro, se é urgente e o melhor horário — e abre a conversa no seu WhatsApp com tudo escrito. Quem está com pressa usa o botão de ligar, que fica fixo na tela e disca direto. Os dois caminhos ficam registrados no painel.
Só se atender mesmo, inclusive de madrugada e no domingo. O que você publica sobre horário e tempo de chegada integra a oferta pelo Art. 30 do Código de Defesa do Consumidor, então "chegamos em 30 minutos" vira compromisso. Publique o prazo que você cumpre num dia ruim, não no melhor dia.
Pela visita, sim — é deslocamento, e o que a lei cobra é que o valor esteja claro ANTES de você sair. Pelo orçamento em si, não: cobrar para dizer quanto custa é considerado prática abusiva. Muita gente confunde as duas coisas; deixar isso escrito no site evita a discussão na porta do cliente.
Escolha o modelo, veja a prévia na hora e edite à vontade. Você só paga a hospedagem quando decidir publicar.
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