Nenhum ramo tem cliente com menos paciência que o guincho. Quem procura está parado no acostamento, com o celular na mão, muitas vezes à noite e com medo — e escolhe quem responder primeiro. O site de socorro veicular não é vitrine: é um botão de telefone que abre em um segundo no celular, com a área de cobertura visível e um jeito de mandar a localização sem digitar endereço nenhum.
Você cria e edita grátis, sem programar nada: escolhe o modelo, troca textos e fotos clicando em cima e a prévia aparece na hora. Só paga a hospedagem quando decidir publicar, e aí vem tudo junto — endereço na internet, certificado de segurança, painel para mexer no site quando quiser e os chamados caindo direto no seu WhatsApp.
O ramo de urgência mais extrema do catálogo, e o modelo trata isso como estrutura: logo abaixo do herói vem a FAIXA DE TRÊS chanfrada, com o telefone gigante no miolo escuro entre duas pontas do acento — e no celular uma barra fixa de Ligar e WhatsApp acompanha a rolagem. A tarja dos serviços NÃO é preço: é o TEMPO DE CHEGADA, porque o valor depende de origem, destino e veículo. Traz ainda o bloco contra o GUINCHO PIRATA (nome e placa mandados antes de o guincho sair) e a faixa que explica até onde vai o socorro gratuito da rodovia.
A versão do Talha com VÍDEO DE APRESENTAÇÃO: o filme vira o FUNDO da primeira dobra, atrás do título centrado, sem mexer numa linha do layout. Todo o resto é igual à base — a faixa de três com o telefone gigante logo abaixo, a barra fixa de Ligar no celular, a tarja de TEMPO DE CHEGADA nos serviços, o bloco contra o guincho pirata e a faixa que explica até onde vai o socorro gratuito da rodovia. Sem link, a dobra volta à foto, sem buraco.
É o único ramo em que o site pode ser julgado pelo tempo de carregamento no 4G da estrada. Botão de ligar fixo na tela, número grande e nada pesado na frente dele. Quem está parado no acostamento não rola a página para procurar contato.
Este é o ramo do guincho pirata: o que aparece sozinho no acidente, leva o carro e cobra o que quiser. Dizer no site que o cliente recebe nome, placa e identificação do motorista antes da chegada é a prova de confiança que separa você deles.
Quem transporta veículo de terceiro responde por avaria. O seguro dessa responsabilidade é o RCTR-C, e publicar que ele existe resolve a pergunta silenciosa de todo cliente: "e se estragarem meu carro no caminho?".
Cidades, rodovias e raio de atendimento no mapa. E a conta explicada: distância, tipo de veículo e pedágio. Preço fechado sem saber origem, destino e veículo é o que vira discussão na hora de pagar.
Criar e editar é grátis — você monta o site inteiro antes de pagar qualquer coisa. Só existe custo quando decide publicar, e ele é a hospedagem: endereço na internet, certificado de segurança, painel e suporte, numa fatura só.
O formulário pede o essencial de quem está parado: onde está, para onde vai, tipo de veículo e situação. O chamado chega no seu WhatsApp já escrito, e o cliente pode mandar a localização do celular em vez de tentar descrever o quilômetro da rodovia.
Não. Você clica em cima do texto e digita por cima, troca a foto da frota pelo computador ou pelo celular e escolhe a cor do site numa paleta pronta. O que aparece na tela enquanto você edita é exatamente o que o cliente vai ver.
Melhor não fechar valor sem saber origem, destino e tipo de veículo — é o que mais gera briga neste ramo. O que funciona é explicar a conta: taxa de saída, valor por quilômetro rodado e pedágio à parte. Transparência sem número chutado.
Vale, e parece contraintuitivo. Em rodovia concedida, o socorro do concessionário é gratuito por contrato de concessão — mas ele só tira o carro da pista e deixa num ponto seguro dentro da concessão, sem levar à oficina nem à sua casa. Explicar isso no site mostra que você conhece o ofício e deixa claro exatamente onde o seu serviço começa.
Escolha o modelo, veja a prévia na hora e edite à vontade. Você só paga a hospedagem quando decidir publicar.
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