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Criação de Site para Escolas, Cursos Livres e Centros de Formação

Quem procura um curso não está comparando escolas: está tentando descobrir se AQUELE curso serve para ele. O site de uma escola ou de um curso existe para responder isso antes da conversa — o que o aluno vai aprender módulo a módulo, quanto tempo leva, se é presencial, on-line ou híbrido, o que o certificado vale de verdade e quanto custa. Cada uma dessas respostas que falta na página vira uma pergunta no WhatsApp, e a maioria das pessoas não chega a perguntar: fecha a aba.

Você cria e edita grátis, sem programar nada: escolhe o modelo, escreve a ementa de cada curso clicando em cima do texto, sobe as fotos da sala e da turma e a prévia aparece na hora. Só paga a hospedagem quando decidir publicar, e aí vem tudo junto — endereço na internet, certificado de segurança, painel para mexer no site quando quiser e as inscrições caindo direto no seu WhatsApp, já com o curso de interesse e o horário que a pessoa prefere.

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Modelos prontos de Educação e Cursos

Prévia do modelo Ábaco para Educação e Cursos

Ábaco

Modelo completo com edição visual, formulário para o WhatsApp e painel próprio.

Prévia do modelo Ábaco V para Educação e Cursos

Ábaco V

A versão do Ábaco com VÍDEO DE APRESENTAÇÃO. O herói é foto sangrada com título centrado, então o filme ocupa o fundo inteiro da primeira dobra. A decisão própria está em ONDE o disco de play cabe: este é o herói mais ocupado do catálogo — título centrado, campo de pergunta logo abaixo e os CINCO ANÉIS montados na borda de baixo —, e o único vão livre é a margem esquerda, na altura do título. O disco vai para lá. E o CAMPO DE PERGUNTA não sai de cena com o filme: ele é o formulário de lead, não enfeite. Todo o resto é igual à base: o cabeçalho transparente, a grade de áreas com véu, a faixa escura de números, o mosaico de cursos com o painel do acento, o bloco do CERTIFICADO e o quadro de valores. Sem link, a foto volta, sem buraco.

O que o site de uma escola ou de um curso precisa ter

A ementa aberta na página, não só em PDF

Oferecer o download é ótimo para gerar contato, mas esconder o conteúdo atrás do formulário custa caro: quem pesquisa "curso de [assunto] ementa" nunca encontra o que está dentro de um PDF. Publique os módulos, a carga horária e o formato (presencial, on-line ou híbrido) como texto na página, e ofereça o PDF a quem quiser levar embora. Você ganha a busca e o contato.

O que o certificado é — e o que ele não é

Este é o ponto em que o segmento mais escorrega. Curso livre não é reconhecido pelo MEC: ele não precisa de autorização para existir, e por isso também não tem reconhecimento a exibir. Anunciar "certificado reconhecido pelo MEC" num curso livre é incorreto e pode ser enquadrado como publicidade enganosa. O que o certificado de curso livre faz, e vale dizer com todas as letras, é comprovar qualificação, aperfeiçoamento e atualização profissional — o que ele não faz é habilitar profissão regulamentada nem substituir diploma de graduação, técnico ou pós.

Se o curso é regulado, o número no e-MEC

Curso superior e curso técnico são outra história: esses passam por regulação e ficam no Cadastro Nacional de Cursos e IES, o e-MEC, aberto a qualquer pessoa. Vale publicar o código da instituição e do curso, e explicar a diferença que quase ninguém explica: autorizado é o curso que recebeu permissão para abrir turma; reconhecido é o que já foi avaliado em funcionamento, e é o reconhecimento que dá validade nacional ao diploma.

O valor publicado, e a lei que manda publicar

Para escola de educação básica e superior, o preço não é opcional na página: a Lei 9.870/1999 obriga a divulgar em local de fácil acesso a proposta de contrato, o valor da anuidade ou semestralidade e o número de vagas por sala, com pelo menos 45 dias de antecedência do fim das matrículas. Curso livre não está nessa regra, mas a lógica comercial é a mesma: página sem preço perde para a que tem. E cuidado com o contador de "últimas vagas" — vaga limitada anunciada e falsa é publicidade enganosa, e neste ramo o número de vagas é justamente o dado que a lei manda deixar público.

Perguntas frequentes

Quanto custa um site para escola ou curso?

Criar e editar é grátis — você monta o site inteiro, com a página de cada curso e a ementa completa, antes de pagar qualquer coisa. Só existe custo quando decide publicar, e ele é a hospedagem: endereço na internet, certificado de segurança, painel e suporte, numa fatura só.

Como recebo as inscrições e os pedidos de informação?

O formulário pergunta o que você precisa para responder de primeira: nome, WhatsApp, e-mail, curso de interesse e horário de preferência. O contato chega no seu WhatsApp já organizado, e a conversa começa em "a turma da noite abre dia 10" em vez de começar em "qual curso você quer?".

Preciso saber programar ou contratar agência?

Não. Você clica em cima do texto e digita por cima, sobe as fotos pelo computador ou pelo celular e escolhe a cor do site numa paleta pronta. Abrir um curso novo é duplicar a página de um curso existente e trocar o conteúdo — o que aparece na tela enquanto você edita é o que o aluno vai ver.

Posso escrever que o certificado do meu curso é reconhecido pelo MEC?

Se for curso livre, não. Curso livre não precisa de autorização do MEC para funcionar e, pela mesma razão, não tem reconhecimento do MEC para exibir — o reconhecimento existe para curso superior e técnico. Dizer o contrário é incorreto e pode ser tratado como publicidade enganosa. O que dá para escrever, e é verdade, é que o certificado comprova qualificação e aperfeiçoamento profissional, com a carga horária e o conteúdo discriminados. Ser honesto nesse ponto costuma vender mais do que a promessa vaga.

Preciso publicar o valor da mensalidade no site?

Se você é escola de educação básica ou superior, sim: a Lei 9.870/1999 exige que a proposta de contrato, o valor e o número de vagas por sala fiquem em local de fácil acesso ao público pelo menos 45 dias antes da data final da matrícula. Para curso livre não há essa obrigação, mas publicar o valor filtra quem não vai fechar e encurta a conversa com quem vai.

Vale a pena ter site se eu já divulgo pelo Instagram?

Vale, e os dois fazem coisas diferentes. A rede social alcança quem ainda não estava procurando; o site atende quem já está decidindo e digitou o nome do curso no Google. Além disso, o conteúdo do perfil some no rolar do feed, enquanto uma página por curso continua sendo encontrada meses depois — e é ela que responde ementa, carga horária, certificado e preço sem você repetir tudo por mensagem.

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Escolha o modelo, veja a prévia na hora e edite à vontade. Você só paga a hospedagem quando decidir publicar.

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