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Criação de Site para Restaurantes, Lanchonetes e Delivery

Quem procura onde comer decide em menos de um minuto, e quase sempre com três perguntas na cabeça: quanto custa, entrega no meu endereço e está aberto agora. O site de um restaurante ou lanchonete existe para responder as três antes da conversa — e para ser o canal em que o pedido chega direto, sem a comissão que o aplicativo cobra de cada venda.

Você cria e edita grátis, sem programar nada: escolhe o modelo, escreve o cardápio com os preços clicando em cima do texto, sobe as fotos dos pratos e a prévia aparece na hora. Só paga a hospedagem quando decidir publicar, e aí vem tudo junto — endereço na internet, certificado de segurança, painel para mudar preço no dia em que o custo mudar, e os pedidos e reservas caindo direto no seu WhatsApp.

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Modelos prontos de Restaurantes e Alimentação

Prévia do modelo Brasa para Restaurantes e Alimentação

Brasa

Modelo completo com edição visual, formulário para o WhatsApp e painel próprio.

Prévia do modelo Brasa V para Restaurantes e Alimentação

Brasa V

A versão do Brasa com VÍDEO DE APRESENTAÇÃO, e a mais diferente de todas as V do catálogo: este modelo NÃO TEM HERÓI DE FOTO. A abertura é a fileira de quatro ARCOS, então o filme não tem onde ser fundo — e a decisão foi outra: ele OCUPA O SEGUNDO ARCO, o do prato. O vídeo fica com o topo em meia-lua, como as fotos ao lado, e o disco de play no meio dele. É o único caso do catálogo em que o filme é recortado pela assinatura visual do modelo em vez de ficar atrás dela. Escolher o segundo arco não é acaso: num restaurante o carro-chefe é o prato, e é ali que o olho vai primeiro. Todo o resto é igual à base: o cabeçalho de três partes com o logotipo centrado, o cardápio em linhas com fio e preço, o bloco do que entra na conta e o rodapé de horários. Sem link, a foto do prato volta, sem buraco.

O que o site de um restaurante precisa ter

O cardápio como TEXTO, com preço

A foto do cardápio impresso e o PDF são o erro mais comum do segmento: o Google não lê o que está dentro de uma imagem, ninguém consegue dar zoom no celular e o arquivo envelhece na primeira mudança de preço. Cardápio escrito na página é encontrado na busca por prato ("marmitex", "pizza sem lactose", "prato feito"), é lido por leitor de tela e você mesmo corrige o preço em trinta segundos.

Raio de entrega, horário e dia de fechamento

São as duas perguntas que fazem a pessoa desistir antes de perguntar: "entrega aqui?" e "está aberto?". Publique os bairros que você atende, a taxa por região, o tempo médio e — principalmente — o dia em que a casa fecha. O feriado sem aviso é a reclamação mais barata de evitar que existe neste ramo.

A taxa de serviço dita ANTES, não na conta

A taxa de 10% não é obrigatória: pela Lei 13.419/2017 e pelo Código de Defesa do Consumidor ela é facultativa, precisa ser informada com antecedência e o cliente pode recusar sem constrangimento. O mesmo vale para o couvert artístico. Escrever isso no site custa uma linha, cumpre a lei e desarma a discussão mais desagradável do salão.

Foto real do prato, e as provas que dá para conferir

Foto de banco de imagem entrega na hora e vira reclamação quando o prato chega. Fotografe o que você serve, com a luz da janela. E use as provas que existem: a nota do Google, a avaliação do aplicativo e o alvará sanitário — a RDC 216/2004 da Anvisa obriga todo serviço de alimentação a manter Manual de Boas Práticas e POPs, e quase ninguém conta que tem.

Perguntas frequentes

Quanto custa um site para restaurante?

Criar e editar é grátis — você monta o cardápio inteiro, com fotos e preços, antes de pagar qualquer coisa. Só existe custo quando decide publicar, e ele é a hospedagem: endereço na internet, certificado de segurança, painel e suporte, numa fatura só.

Como recebo os pedidos e as reservas?

O formulário pergunta o que você precisa para responder de primeira: nome, WhatsApp, quantas pessoas e a data e hora, no caso da reserva; no delivery, o pedido chega com o endereço e a forma de pagamento. Tudo cai no seu WhatsApp já organizado, e você responde do celular do balcão.

Preciso saber programar ou contratar agência?

Não. Você clica em cima do preço e digita por cima, sobe a foto do prato pelo celular e escolhe a cor do site numa paleta pronta. Mudou o preço da carne? Você mesmo troca em trinta segundos, sem depender de ninguém — que é exatamente o que um cardápio em PDF não deixa fazer.

Eu já estou no iFood. Preciso de site?

Precisa, e os dois convivem. O aplicativo traz quem não conhece você e cobra comissão por isso; o site atende quem já conhece e digitou o nome do restaurante no Google. E o canal próprio é um direito: desde o acordo de 2023 com o CADE, a exclusividade no iFood passou a ter tetos — no máximo 25% do volume da plataforma e, nas 49 cidades com mais de 500 mil habitantes, no máximo 8% dos restaurantes, com contratos de até dois anos. Ou seja, exclusividade virou exceção regulada, não regra. Confira mesmo assim o seu contrato antes de anunciar qualquer condição diferente.

Sou obrigado a cobrar os 10% de taxa de serviço?

Não, e o cliente também não é obrigado a pagar. A Lei 13.419/2017 e o Código de Defesa do Consumidor tratam a taxa como facultativa: ela pode ser sugerida, nunca imposta, e o estabelecimento tem o dever de informar o percentual com antecedência e deixar claro que o pagamento é opcional. Publicar isso no cardápio do site é a forma mais simples de cumprir a regra.

Vale a pena ter site se eu só uso o Instagram?

Vale, e eles fazem coisas diferentes. A rede social alcança quem está passando o dedo; o site atende quem já está com fome e procurou o seu nome. O cardápio de um perfil some no rolar do feed e não aparece no Google — uma página com os pratos escritos, o preço e o raio de entrega continua sendo encontrada meses depois, inclusive por quem busca pelo prato em vez do restaurante.

Comece agora, criar é grátis

Escolha o modelo, veja a prévia na hora e edite à vontade. Você só paga a hospedagem quando decidir publicar.

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