Sitey

Marketing para restaurantes: o guia completo

Publicado em 27 de agosto de 2026 · Blog da Sitey

Marketing para restaurantes: o guia completo

Marketing para restaurantes em 2026 é, na prática, três coisas: ser encontrado por quem busca onde comer agora (perfil do Google e site com cardápio, preço, horário e bairros de entrega), receber o pedido por um canal seu sem comissão e fazer o cliente voltar com uma base própria de contatos. Anúncio e rede social ajudam; sem essa base, o dinheiro deles escoa para o aplicativo.

O que é marketing para restaurantes na prática?

É responder, antes de a pessoa perguntar, as três dúvidas de quem procura onde comer: quanto custa, entrega no meu endereço e está aberto agora. Quem responde isso na busca ganha o pedido; quem obriga o cliente a mandar mensagem para descobrir o preço perde para o cardápio do concorrente que estava escrito.

A ordem certa de investimento, para um restaurante de bairro, é esta:

Como aparecer no Google quando alguém busca onde comer?

Com o perfil e o site falando a mesma língua. O Perfil da Empresa é gratuito: categoria certa (pizzaria, restaurante japonês, lanchonete), endereço, horário atualizado inclusive em feriado, fotos dos pratos e do salão, e o link para o site. O Google mostra primeiro quem responde avaliações e mantém o horário certo — restaurante marcado como "aberto" e fechado na porta perde posição.

O site entra onde o perfil não chega: o cardápio escrito como texto, com preço, é o que o Google indexa e o que aparece para "[prato] em [bairro]". Cardápio em foto ou em PDF não é lido pela busca, não abre bem no celular e não deixa você trocar o preço da carne em trinta segundos. Os modelos da Sitey para restaurante nascem com o cardápio editável clicando em cima, os bairros atendidos e o pedido abrindo no WhatsApp com o prato já escrito.

Delivery: aplicativo ou canal próprio?

Os dois, com papéis diferentes. O aplicativo traz quem não conhece você e cobra comissão por isso; o canal próprio atende quem já conhece e digitou o nome do restaurante no Google ou guardou o seu WhatsApp. O erro é deixar o cliente recorrente pedindo pelo aplicativo — é pagar comissão por alguém que já era seu.

Ter canal próprio é um direito: desde o acordo de 2023 entre o iFood e o CADE, a exclusividade passou a ter tetos — no máximo 25% do volume da plataforma e, nas 49 cidades com mais de 500 mil habitantes, no máximo 8% dos restaurantes, com contratos de até dois anos. Exclusividade virou exceção regulada, não regra. Confira o seu contrato antes de anunciar preço diferente por canal, e use o site e o WhatsApp para o pedido direto.

Como fazer o cliente voltar?

Com uma base de contatos que é sua. Quem pede pelo aplicativo é cliente do aplicativo; quem pede pelo seu site ou WhatsApp deixa nome e telefone com você. Peça consentimento para avisar de novidade (a Lei 13.709/2018 exige a base legal para o contato) e use com parcimônia: o prato do dia na quinta, a promoção de domingo, o aviso de feriado. Lista de transmissão, nunca grupo.

Duas coisas que trazem gente de volta mais do que desconto: responder toda avaliação no Google, boa ou ruim, em até um dia; e manter o cardápio do site igual ao do balcão. Cliente que viu um preço no site e pagou outro na mesa não volta — e ainda deixa a avaliação.

Quanto investir em anúncio e como medir?

Anúncio para restaurante funciona em raio curto: impulsionar um post para quem está a até três quilômetros, ou anunciar no Google para "[tipo de comida] em [bairro]", sempre apontando para o site com o cardápio — nunca para o perfil da rede social, onde a pessoa se distrai. Comece com um valor que você aceitaria perder por duas semanas, meça e só então repita.

Medir é simples se o pedido chega por um canal seu: conte quantos pedidos vieram pelo botão do site, quantos pelo WhatsApp direto e quantos pelo aplicativo, e compare com a semana anterior. Se o anúncio trouxe pedido no aplicativo, você pagou duas vezes — o clique e a comissão.

Perguntas frequentes

Qual é o melhor site para delivery?

O que faz o pedido chegar a você sem comissão e sem o cliente instalar nada: cardápio escrito com preço, bairros atendidos e horário, e o botão de pedido abrindo o WhatsApp com o prato já escrito. Aplicativo serve para ser descoberto; o site serve para o cliente que já é seu.

O que substitui o iFood?

Nada substitui a vitrine do aplicativo para quem não conhece você. O que se tira dele é o cliente recorrente: com site, WhatsApp e uma base de contatos própria, o pedido de quem já conhece o restaurante passa a chegar sem comissão. Os dois convivem, com papéis diferentes.

Como fazer propaganda de restaurante que traga cliente?

Sendo achado por quem já está com fome: perfil do Google completo, site com cardápio escrito e a cidade e o bairro no texto. Depois, foto real do prato nas redes com o link do cardápio, e anúncio em raio curto apontando para o site. Propaganda sem cardápio com preço na ponta só gera pergunta.

Instagram basta para um restaurante?

Para mostrar o prato a quem já segue, sim. Para ser encontrado por quem busca onde comer agora, não: o Instagram não aparece na busca do Google e o post some em dias. Use o Instagram para alimentar e o site para converter — o link da bio aponta para o cardápio.

Preciso de site se já tenho o perfil no Google?

O perfil é a porta; o site é onde o cliente vê o cardápio inteiro com preço, confere se você entrega no endereço dele e faz o pedido. Perfil sem site aponta para o telefone, e a pessoa com pressa liga para o próximo da lista.

Se o seu cardápio ainda vive num PDF ou numa foto, comece por ele: veja os modelos de site para restaurante e delivery — cardápio escrito com preço, bairros de entrega e o pedido chegando no seu WhatsApp, sem comissão.

Crie sua landing page profissional em 5 minutos, edite de graça e pague só para publicar.

Começar agora →