Quem procura uma floricultura quase nunca está passeando: está com uma data em cima — um aniversário que é hoje, uma desculpa a pedir, um velório com horário marcado. O site desse segmento existe para resolver isso em minutos: mostrar os arranjos por OCASIÃO, dizer para quais bairros entrega e em quanto tempo, e abrir o WhatsApp com o pedido já escrito, incluindo data de entrega e a mensagem do cartão.
Você cria e edita grátis, sem programar nada: escolhe o modelo, troca textos e fotos clicando em cima e a prévia aparece na hora. Só existe um custo para manter o site no ar, a hospedagem, que já inclui endereço próprio, certificado SSL, painel de edição e os pedidos caindo direto no seu WhatsApp.
Modelo de loja para floricultura: topo claro com o arranjo sangrando ao lado do título e uma assinatura manuscrita, fila de ocasiões que abre o WhatsApp com o assunto já escrito, catálogo de arranjos com preço e etiqueta, e um bloco próprio para COROAS FÚNEBRES — sóbrio, com prazo e botão de ligar, porque essa compra tem hora de velório marcada. O pedido já pergunta data de entrega e mensagem do cartão, os dois campos que só este ramo tem.
O Corola com um vídeo no lugar do arranjo do topo: a bancada da loja em movimento, as flores chegando de manhã, a mão montando o buquê. Em floricultura isso vale mais que qualquer texto — mostra que existe gente de verdade atrás do pedido. Sem link, o topo continua idêntico à versão de foto.
Aniversário, romântico, nascimento, agradecimento e luto. Quem compra não procura "rosa colombiana": procura "buquê para pedir desculpas" — e escolhe muito mais rápido quando o site já separa assim.
É a compra mais urgente e mais delicada do ramo: quem liga tem hora de velório marcada. Um bloco separado, com telefone direto e prazo de entrega escrito, resolve em um clique o que um catálogo genérico faz a pessoa procurar chorando.
A primeira pergunta de todo pedido é "entrega hoje no meu bairro e quanto custa?". Responder isso na página evita a conversa que não vira venda e derruba a desistência no WhatsApp.
Nada de banco de imagens: pelo Art. 30 do Código de Defesa do Consumidor, a foto publicada é oferta e integra o contrato — o arranjo entregue precisa corresponder ao que a imagem mostrou. Fotografar o próprio trabalho protege você e vende melhor.
Criar e editar é grátis — você monta o site inteiro antes de pagar qualquer coisa. Só existe um custo para colocar no ar, a hospedagem: R$ 29,90 por mês no plano anual ou R$ 39,90 mês a mês, com endereço próprio, SSL e painel inclusos.
O visitante escolhe o arranjo e a conversa abre no seu WhatsApp já escrita, com o item, a data de entrega e a mensagem do cartão. O contato também fica registrado no painel, para nenhum pedido de última hora se perder.
Dá. Além do pedido por WhatsApp, existe a Loja Virtual: catálogo com preço, carrinho e pagamento em Pix, cartão ou boleto caindo direto na sua conta. É um adicional da hospedagem, e você liga quando quiser.
Não é uma boa ideia, e o motivo é legal antes de ser estético: pelo Art. 30 do Código de Defesa do Consumidor, a foto que você publica é oferta e integra o contrato — se o arranjo entregue não corresponder ao da imagem, o cliente tem razão em reclamar. Fotografe o seu próprio trabalho, com luz de dia; no site do segmento, foto real converte mais do que foto perfeita.
Escolha o modelo, veja a prévia na hora e edite à vontade. Você só paga a hospedagem quando decidir publicar.
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