Loja virtual: como criar a sua, quanto custa e por onde começar
Por Equipe Sitey · Atualizado em outubro de 2026 · 13 minutos de leitura
Loja virtual é um site próprio com catálogo de produtos, uma página para cada produto e um caminho de pedido, que pode ser a conversa no WhatsApp ou o carrinho com pagamento na tela. Para montar uma, você precisa de produto com foto e preço, de um endereço na internet, de um meio de receber e das regras de troca e entrega escritas. Na Sitey criar a loja é grátis: a loja-vitrine, com pedido pelo WhatsApp e 30 produtos ativos, custa a hospedagem de R$ 29,90 por mês no plano anual; com carrinho e pagamento no site, a Hospedagem Loja sai por R$ 74,90 por mês no anual, mais 1% por venda aprovada.
O catálogo de uma loja feita na Sitey: foto, categoria, nome, preço com a oferta, filtro por categoria e busca por produto ou referência. Cada cartão leva à página do produto.
Loja virtual, marketplace ou rede social: onde vender
Comprar pela internet virou hábito: a pesquisa TIC Domicílios do Cetic.br acompanha há anos o crescimento de quem compra online no Brasil, e o celular é o aparelho da maior parte dessas compras. Para quem vende, a pergunta deixou de ser "vender online ou não" e passou a ser "em que lugar". São três, e cada um resolve um problema diferente.
Onde
De quem é o cliente
Quanto custa
O que entrega
O que cobra em troca
Loja virtual própria
Seu
Valor fixo por mês
Endereço seu, página por produto no Google, margem inteira
Você constrói a visita
Marketplace
Da plataforma
Comissão por venda
Visita pronta e confiança de quem já compra ali
Guerra de preço e regra que muda
Rede social
Da rede
Grátis, ou o anúncio
Vitrine e conversa
Sem busca por produto, sem página que dure
O desenho que costuma funcionar: a rede social apresenta, o marketplace gira o estoque e a loja própria guarda o cliente que volta, com a margem maior. O link de cada produto da loja é o que você posta e manda no WhatsApp.
Os dois jeitos de vender na loja própria
Toda loja virtual termina em um de dois caminhos: a conversa ou o carrinho. Não há um melhor; há o que cabe no seu volume de pedidos e no seu tipo de entrega. Na Sitey os dois moram no mesmo site, e você passa de um para o outro sem trocar de endereço nem recadastrar produto.
Da página do produto saem dois caminhos. Na loja-vitrine o pedido vira conversa no WhatsApp; na Hospedagem Loja o cliente paga no site e o pedido aparece no painel.
Loja-vitrine
Hospedagem Loja
Como o cliente pede
Botão que abre o WhatsApp com o produto e a referência escritos
Sacola e pagamento na tela, sem sair do site
Como você recebe
Combina na conversa (Pix, link, maquininha)
Pix, cartão ou boleto, direto na sua conta no meio de pagamento
Entrega
Combinada caso a caso
Retirada, frete fixo ou grátis acima de um valor
Estoque
Você marca "esgotado"
Opcional: desconta sozinho a cada venda paga
Preço na Sitey
R$ 29,90/mês no anual ou R$ 39,90 mês a mês
R$ 74,90/mês no anual ou R$ 99,90 mês a mês, mais 1% por venda aprovada
Os dois incluem 30 produtos ativos, com até 6 fotos cada, página própria por produto, busca e filtro por categoria. O que a loja da Sitey não faz: calcular frete por CEP e emitir etiqueta de transportadora. Para isso, o frete é combinado na conversa.
Como montar uma loja virtual em 6 passos
Defina o que vender e para quem. Comece pelo que você já vende ou sabe comprar bem. Dez produtos que você conhece vendem mais do que cem escolhidos por planilha.
Faça a conta do preço antes da foto. Custo, embalagem, frete que fica com você, taxa de quem recebe o pagamento, imposto e a sua margem. A calculadora abaixo faz essa conta.
Fotografe com fundo limpo. Luz de janela, fundo de uma cor só, o produto inteiro e um detalhe. A primeira foto é a capa que aparece na vitrine.
Cadastre o catálogo. Nome como o cliente procura, categoria, referência, preço e a descrição escrita por você. Na Sitey é uma ficha só, pelo computador ou pelo celular.
Escreva as regras. Quem vende (nome, CPF ou CNPJ, endereço e contato), prazo e valor da entrega, troca e devolução. É o que a lei pede e o que tira a insegurança de quem compra pela primeira vez.
Publique, divulgue e meça. Endereço próprio, link dos produtos na rede social e no WhatsApp, e o painel mostrando visitas e cliques para você saber o que funciona.
O catálogo no painel: quantos produtos ativos o plano tem, o botão Novo produto e a lista com preço, referência e os selos. Pausar ou marcar como esgotado libera o espaço sem apagar.A ficha do produto: nome, categoria, referência, estoque opcional, preço e o preço antigo que vira o selo de oferta. Abaixo ficam as fotos e a descrição.
O catálogo atrai; a página do produto fecha. É nela que o cliente decide, e é ela que o Google mostra quando alguém procura pelo nome do que você vende. Sete elementos, e nenhum é enfeite.
Os sete elementos de uma página de produto. A referência parece detalhe e é o que mais economiza tempo: ela vai escrita no pedido e acha o produto na hora.Uma página de produto na loja-vitrine: foto, categoria, nome, o preço com a oferta, a descrição, a referência e o botão que abre a conversa com o produto já escrito.
Para o Google, cada página de produto é um documento com dados próprios: nome, imagem, preço e disponibilidade. Quando esses dados vão marcados no código, o resultado da busca pode mostrar o preço junto do link; o Google documenta o formato em dados estruturados de produto. As lojas da Sitey já saem com essa marcação em cada produto, sem configuração.
Calculadora de preço de venda: quanto cobrar e quanto sobra
Preencha o que você gasta em cada venda e a margem que quer. A calculadora devolve o preço de venda e para onde vai cada parte dele. As taxas e o imposto são percentuais sobre o preço de venda, que é como eles são cobrados.
Em vez de descrever, mostramos: o catálogo no painel, um produto cadastrado com foto e preço, o produto na vitrine, a página dele com o pedido pelo WhatsApp e o cartão de receber pagamentos no site. É o mesmo painel que você vai usar.
Loja virtual em 6 passos, no painel da Sitey: o catálogo, um produto cadastrado com foto e preço, o produto na vitrine, a página dele com o pedido pelo WhatsApp e a opção de receber no site.
Loja virtual por nicho: o que muda em cada um
A estrutura é a mesma; o que muda é o que o cliente precisa ver antes de comprar e o que mais dá problema depois. Seis nichos, cada um com um modelo real de loja da Sitey, em demonstração aberta.
É o nicho em que a foto vende e a troca decide. Mostre a peça no corpo e fora dele, escreva a tabela de medidas em texto e deixe a regra de troca na página do produto. Coleção nova entra como destaque; a peça que acabou vira "esgotado" em vez de sumir, para o link antigo não dar erro.
Ração, areia e petisco são compra que se repete todo mês. A loja ganha quando o cliente acha o produto pelo nome e pelo peso do pacote e pede de novo em um toque. Catálogo pequeno e bem escolhido, com entrega no bairro combinada pelo WhatsApp, costuma render mais do que centenas de itens.
Aqui o que manda é a entrega no mesmo dia e o preço atualizado. O frete fixo por pedido ou grátis acima de um valor resolve a conta, e o estoque no painel evita vender o que acabou. Preço e oferta do dia mudam em segundos, pelo celular.
O cliente compara antes de comprar: ficha técnica completa, o que vem na caixa e a garantia escrita evitam a pergunta repetida e a devolução. É o nicho em que a referência do produto no pedido mais ajuda, porque modelos parecidos diferem em um detalhe.
Produto grande e de valor alto se vende com medida, material e foto no ambiente. O frete de móvel raramente cabe numa tabela: a loja-vitrine com pedido pelo WhatsApp permite cotar a entrega caso a caso sem perder o cliente no carrinho.
Suplemento é recompra e exige cuidado com o que se promete: a descrição informa composição e modo de uso, sem alegação de resultado. O selo de oferta e o destaque na vitrine giram o estoque, e o cliente que volta todo mês é o motivo de ter a loja no seu endereço.
Vender pela internet tem regra própria, e cumprir não custa nada além de escrever. O Decreto 7.962/2013 regulamenta o comércio eletrônico e o Código de Defesa do Consumidor vale inteiro para a venda online.
Quem vende, à vista. Nome ou razão social, CPF ou CNPJ, endereço e um canal de atendimento, em lugar de destaque e fácil de achar. É exigência do decreto, e os modelos de loja já trazem o lugar para isso.
O preço inteiro antes do pedido. Valor do produto, frete e qualquer despesa a mais precisam aparecer antes de o cliente fechar. Frete surpresa no fim é a maior causa de carrinho abandonado e é infração.
Direito de arrependimento. Em compra feita fora da loja física, o consumidor pode desistir em até 7 dias a contar do recebimento, com devolução do que pagou (artigo 49 do CDC). Escreva a regra na loja, com o caminho para pedir.
Dados do cliente. Nome, telefone e endereço de entrega são dados pessoais. A Lei 13.709/2018 (LGPD) pede que a pessoa saiba para que servem e que fiquem guardados com segurança. Use só para entregar o pedido e atender.
Sobre receber: o Pix, do Banco Central é o meio de pagamento instantâneo criado e regulado pelo Banco Central. Para a loja pequena ele resolve a maior parte das vendas, com o dinheiro na conta na hora.
Loja virtual para iniciantes: os erros que mais custam
Preço sem a conta completa. Esquecer a taxa do pagamento, a embalagem ou o frete grátis que você mesmo prometeu transforma venda em prejuízo. Faça a conta produto a produto.
Catálogo grande demais no começo. Cem produtos com foto ruim vendem menos que dez bem apresentados. Comece pelo que gira.
Descrição copiada do fabricante. O Google já viu aquele texto em outras cem lojas. Escreva com as suas palavras, respondendo o que o cliente pergunta.
Regra de troca escondida. Quem compra pela primeira vez procura a regra antes do botão. Sem ela, compra de quem tem.
Produto que some do ar. Apagar o produto que acabou quebra o link que você postou. Marque como esgotado: a página continua e avisa.
Demora para responder. Pedido pelo WhatsApp sem resposta em minutos vira compra no concorrente. Combine o horário de atendimento e escreva na loja.
Perguntas frequentes sobre loja virtual
O que é uma loja virtual?
É um site próprio feito para vender produto: tem catálogo, uma página para cada produto com foto, preço e descrição, e um caminho de pedido. Diferente do perfil na rede social e do anúncio no marketplace, a loja virtual tem endereço seu, aparece no Google pelo nome do produto e guarda os clientes com você.
Como montar uma loja virtual?
Seis passos: escolher o que vender e para quem; fotografar os produtos e definir o preço com a conta completa; escolher onde a loja vai morar (plataforma); cadastrar o catálogo; escrever as regras de entrega, troca e pagamento; divulgar e medir. Na Sitey você escolhe um modelo de loja, cadastra os produtos no painel com até 6 fotos cada e publica no mesmo dia.
Quanto custa uma loja virtual?
Plataformas de e-commerce cobram de R$ 50 a R$ 300 por mês mais taxa por venda; uma loja sob medida passa de R$ 10.000. Na Sitey a loja-vitrine, com pedido pelo WhatsApp e 30 produtos ativos, custa R$ 29,90 por mês no plano anual (R$ 358,80 por ano) ou R$ 39,90 mês a mês. Com carrinho e pagamento no site, a Hospedagem Loja custa R$ 74,90 por mês no anual (R$ 898,80 por ano) ou R$ 99,90 mês a mês, mais 1% por venda aprovada.
Preciso de CNPJ para abrir uma loja virtual?
Para começar a vender, a lei não exige CNPJ: pessoa física pode vender. Mas a loja precisa mostrar quem vende, com nome e CPF ou CNPJ, endereço e um canal de atendimento, e a maioria dos meios de pagamento, dos fornecedores e dos Correios dá condição melhor para quem tem CNPJ. O caminho mais comum é abrir o MEI quando as vendas ficam regulares. Confirme o seu caso com um contador.
Loja virtual ou marketplace: qual é melhor?
Não são rivais. O marketplace entrega visita pronta e cobra comissão por venda, e o cliente é dele. A loja própria custa um valor fixo, você constrói a visita, e o cliente e o endereço são seus. Quem começa costuma usar os dois: vende no marketplace para girar e manda o cliente recorrente para a loja própria, onde a margem é maior.
Posso vender só pelo WhatsApp, sem carrinho?
Pode, e para catálogo pequeno com entrega combinada costuma converter mais: o cliente vê o produto, toca em pedir e a conversa abre com o nome e a referência do produto já escritos. É a loja-vitrine. O carrinho com pagamento na tela vale quando o volume de pedidos já não cabe em conversa.
Como recebo os pagamentos?
Na loja-vitrine você combina o pagamento na conversa, do jeito que já recebe hoje (Pix, link, maquininha). Na Hospedagem Loja o cliente paga no site por Pix, cartão ou boleto, e o dinheiro cai direto na sua conta no meio de pagamento, sem passar pela Sitey; a taxa da Sitey é de 1% por venda aprovada, e o meio de pagamento cobra a tarifa dele.
Como funciona o frete na loja da Sitey?
A loja trabalha com três modos de entrega, que você escolhe no painel: retirada, valor fixo de frete ou frete grátis acima de um valor de pedido. Ela não calcula frete por CEP nem emite etiqueta dos Correios; quem precisa disso combina o frete na conversa ou usa uma plataforma de e-commerce com logística integrada.
Quantos produtos posso cadastrar?
A hospedagem inclui 30 produtos ativos, com até 6 fotos cada. Só os ativos contam: produto pausado ou esgotado libera o espaço sem ser apagado. Para catálogos maiores há pacotes de 100 e 300 produtos, com o valor confirmado pela equipe.
A loja virtual aparece no Google?
Aparece pelo que você vende, porque cada produto tem endereço próprio, título, descrição e os dados que o Google usa para mostrar preço e disponibilidade no resultado. O que traz visita é o nome do produto como o cliente procura, uma foto boa e uma descrição escrita por você, não a do fabricante.
Sua loja no ar hoje, com os produtos na vitrine
Escolha um modelo de loja, cadastre os produtos e publique. Criar é grátis; você paga só a hospedagem, e liga o pagamento no site quando fizer sentido.