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Plataformas de ecommerce: 8 comparadas, com preços de 2026

Por Equipe Sitey · Publicado em 06 de outubro de 2026 · 13 min de leitura

Plataformas de ecommerce: 8 comparadas, com preços de 2026
Plataformas de ecommerce: 8 comparadas, com preços de 2026. Imagem de capa: Equipe Sitey.

Plataformas de ecommerce são os sistemas em que a loja virtual é montada e hospedada: Nuvemshop, Loja Integrada, Tray, Bagy, Wix, Shopify, WooCommerce e a Sitey. A escolha certa em 2026 depende de três contas: quanto custa por mês, quanto fica em cada venda e quanto trabalho dá para manter. Abaixo, os preços de cada uma, tirados das páginas oficiais em outubro de 2026, e onde cada uma é melhor.

O que é uma plataforma de e-commerce?

É o sistema que faz a loja funcionar: a vitrine com os produtos, a página de cada um, o carrinho ou o botão de pedido, o pagamento, o cálculo do frete e o painel onde o lojista cadastra o que vende e acompanha os pedidos. Há dois jeitos de ter isso. Nas plataformas hospedadas (Nuvemshop, Loja Integrada, Tray, Bagy, Wix, Shopify, Sitey) tudo vem pronto e a mensalidade inclui a hospedagem. No software instalado (WooCommerce, dentro do WordPress) o programa é gratuito, mas você contrata a hospedagem, instala, atualiza e responde pela segurança.

O que a plataforma não é: o marketplace. No marketplace (Mercado Livre, Shopee, Amazon, Magalu) você vende dentro da loja de outra empresa, paga comissão por venda e o cliente é da plataforma. Na sua loja, o endereço, o cliente e a base de contatos são seus. Muita loja usa os dois: o marketplace para ser encontrada por quem não a conhece e a loja própria para o cliente que volta.

A Shopee é um e-commerce?

É um marketplace, que é um tipo de e-commerce: uma loja de várias lojas, em que a Shopee cuida da vitrine, do pagamento e da entrega e cobra comissão de quem vende lá dentro. O que a Shopee não é: uma plataforma para você montar a sua loja com o seu endereço. Vale o mesmo para Mercado Livre, Amazon e Magalu. Quem procura "plataforma de e-commerce" quer o outro lado: o sistema da loja própria.

Quais são os 7 tipos de e-commerce?

A divisão mais usada é por quem vende para quem:

  1. B2C (empresa para consumidor): a loja virtual comum.
  2. B2B (empresa para empresa): atacado, distribuidor, fornecedor.
  3. C2C (consumidor para consumidor): classificados e marketplaces de usados.
  4. C2B (consumidor para empresa): plataformas de freelancers e de conteúdo.
  5. B2G (empresa para governo): licitações e compras públicas eletrônicas.
  6. D2C (direto ao consumidor): a marca ou a fábrica vendendo sem intermediário.
  7. Social commerce: a venda dentro das redes sociais e do WhatsApp.

As plataformas desta comparação servem ao B2C e ao D2C de pequeno e médio porte, que é o caso de quase todo mundo que começa.

Quais são as principais plataformas de e-commerce e quanto custam?

Os valores abaixo são os publicados nas páginas de planos de cada plataforma em 5 de outubro de 2026, no plano mais barato que tem loja. Preço de lançamento, desconto do primeiro ano e cobrança anual estão marcados; confira a página linkada antes de contratar, porque muda.

PlataformaPlano de entradaTaxa da plataforma por vendaProdutosFonte
Sitey (loja-vitrine)R$ 29,90 por mês no anual, ou R$ 39,90 mês a mês; criar é grátisnenhuma: o pedido vai para o WhatsApp30 ativos inclusosguia de loja virtual
Sitey (Hospedagem Loja)R$ 74,90 por mês no anual, ou R$ 99,90 mês a mês1% por venda aprovada, mais a tarifa do meio de pagamento30 ativos inclusosguia de loja virtual
Nuvemshopplano Começo grátis; Essencial R$ 69 por mês (R$ 59 no anual)no Começo, 0% de comissão e 4,69% de processamento no Nuvem Pago; no Essencial, 2% de comissão com outro meio de pagamentoilimitadosplanos da Nuvemshop
Loja Integradaplano Grátis (50 produtos, 5.000 visitas); Crescimento R$ 46 por mês na cobrança trimestralnão informada na página de planos50 no grátis, 250 no Crescimentoplanos da Loja Integrada
TrayLançamento R$ 39 por mês no anual (de R$ 59), ou R$ 59 mês a mês (de R$ 99)a página remete a "qual a taxa por venda?"; conferir no contratoilimitadosplanos da Tray
BagyImpulso R$ 49 por mês nos 12 primeiros meses, depois R$ 99 (R$ 19 por mês no anual do primeiro ano)não informada na página de planosilimitadosplanos da Bagy
WixEssencial R$ 32 por mês (e-commerce básico); Completo R$ 44; o Inicial de R$ 15 não tem lojanão informada na página de planosnão informado na página de planosplanos premium do Wix
ShopifyBasic US$ 14 por mês no pagamento anual (em dólar); promoção de US$ 1 por mês nos 3 primeiros mesesnão informada na página de preçosnão informado na página de preçospreços da Shopify
WooCommerceprograma gratuito; a hospedagem é contratada à parte (a página cita de US$ 25 a US$ 350 por mês para a maioria das lojas)0% de participação na receitailimitadospreços do WooCommerce

Onde está "não informada na página de planos", a plataforma não publica o número ali, e nós não inventamos: pergunte antes de assinar. A tarifa do meio de pagamento (Pix, cartão, boleto) existe em todas e fica fora desta tabela, porque depende do processador e do número de parcelas.

Painel de produtos da loja na Sitey com o contador de produtos ativos do plano, o botão Novo produto e a lista com foto, preço, referência e
O painel da loja na Sitey: só os produtos ativos contam no plano; esgotado ou pausado libera o espaço sem apagar nada.

Quanto custa uma plataforma de e-commerce?

A mensalidade é só a primeira de quatro parcelas. A conta completa de uma loja tem:

  1. A mensalidade do plano, da tabela acima. Repare no que é preço de entrada (Tray, Bagy e Shopify mostram desconto de lançamento ou de primeiro ano) e no que é cobrança anual ou trimestral.
  2. A taxa da plataforma por venda, quando existe. A Nuvemshop publica a dela por plano; a Sitey cobra 1% só na Hospedagem Loja, em que o pagamento acontece no site; na loja-vitrine, com pedido pelo WhatsApp, não há taxa.
  3. A tarifa do meio de pagamento, em toda plataforma que recebe no site: um percentual por transação, que varia com o processador, o cartão e as parcelas.
  4. Os extras: tema pago, aplicativos, extensões (no WooCommerce, a página fala em US$ 29 a US$ 299 por ano por extensão), domínio e, no software instalado, a hospedagem e quem cuida dela.

Uma loja que vende R$ 5 mil por mês paga valores muito diferentes conforme o canal: na loja-vitrine da Sitey, só a mensalidade; numa plataforma com taxa de 2% mais a tarifa do pagamento, a mensalidade mais uns R$ 100 em taxa, mais a tarifa; num marketplace, a comissão, que costuma ser de dois dígitos. Faça a conta com o seu faturamento, não com o da propaganda, e refaça a cada degrau: a plataforma mais barata aos R$ 5 mil nem sempre é a mais barata aos R$ 50 mil. O guia de loja virtual tem a calculadora de preço de venda, que mostra quanto sobra em cada caso.

Para quem é cada plataforma?

Preço parecido não quer dizer produto parecido. O que muda é o tamanho de operação para o qual cada uma foi feita.

Sitey. Para quem está começando ou tem catálogo pequeno e combina a entrega com o cliente. A loja mora no mesmo site institucional, com 30 produtos ativos inclusos, página por produto, busca e categorias, e dois caminhos de pedido: a conversa no WhatsApp (sem taxa) ou o pagamento no site (Pix, cartão e boleto, com 1% por venda). O que ela não faz: calcular frete por CEP, emitir etiqueta de transportadora, integrar com marketplaces e emitir nota fiscal. Se a sua operação precisa disso, as plataformas abaixo fazem melhor.

Nuvemshop. A mais usada entre as hospedadas no Brasil para quem quer crescer com meio de pagamento próprio (Nuvem Pago), envio integrado e aplicativos. O plano grátis não cobra comissão e serve para testar; a partir do Essencial, entram mais layouts e opções de pagamento. É um passo acima da Sitey em operação e em custo.

Loja Integrada. Começa grátis com 50 produtos e 5.000 visitas por mês, e os planos pagos sobem por faixa de produtos e visitas. Boa para quem quer testar sem mensalidade e tem catálogo pequeno; o limite de visitas é o que faz subir de plano.

Tray. Pensada para quem vende também em marketplaces: os planos são medidos pelo faturamento mensal recomendado (até R$ 20 mil no Lançamento, até R$ 75 mil no Crescimento) e pelo número de marketplaces ligados ao mesmo tempo. Para loja de bairro é mais do que precisa; para quem já vende no Mercado Livre e na Shopee, resolve a integração.

Bagy. Produtos, visitas e usuários ilimitados desde o primeiro plano, com pagamento e envio próprios. O preço de entrada é promocional (R$ 49 nos 12 primeiros meses, depois R$ 99): faça a conta com o valor cheio.

Wix. Um criador de sites com loja acoplada: bom para quem quer um site bonito com alguns produtos e já conhece o editor. O e-commerce começa no plano Essencial; o Inicial, mais barato, não vende.

Shopify. A plataforma global, cobrada em dólar: a mensalidade varia com o câmbio, e os aplicativos e temas da loja de apps também. Forte em checkout, integrações e venda internacional. Para loja pequena no Brasil, o custo em dólar e as taxas somadas pesam.

WooCommerce. O programa é gratuito e sem participação na receita, e é o mais flexível de todos: dá para fazer qualquer coisa, por alguém que saiba. Em troca, você contrata a hospedagem, instala, atualiza o WordPress e os plugins e responde pela segurança, ou paga quem faça. Os detalhes estão em criar loja virtual no WordPress.

Página de produto de uma loja na Sitey com foto, preço com desconto, descrição, referência e o botão pedir pelo WhatsApp
Na loja-vitrine da Sitey, o pedido abre a conversa no WhatsApp com o produto e a referência já escritos: sem taxa por venda.

Onde a Sitey é melhor, e onde não é

Como a comparação é nossa, vale dizer com clareza. A Sitey é melhor quando a loja é pequena: o custo é a menor mensalidade da tabela, criar é grátis, não há taxa no pedido pelo WhatsApp, o site institucional e a loja são a mesma coisa (uma hospedagem só, um endereço só) e trocar texto, foto e preço é clicar em cima, sem aplicativo nem tema pago. Para o salão que vende dez produtos, a loja de roupas que começa com trinta peças ou a doceria que vende por encomenda, é o que basta.

A Sitey não é a melhor quando a operação exige frete calculado por CEP, etiqueta de transportadora, nota fiscal automática, integração com marketplaces ou centenas de produtos com variações. Nesses casos, Nuvemshop, Tray e Bagy fazem o que a Sitey não faz, e o WooCommerce faz qualquer coisa que alguém programe. O caminho comum é começar na Sitey e migrar quando o volume pedir; o que fica com você nos dois lugares é o domínio próprio.

Plataforma hospedada ou software instalado?

A pergunta que vem antes da marca. Na hospedada, a mensalidade compra o serviço inteiro: servidor, atualização, segurança, suporte. Você cadastra produto e vende; se cair, é a plataforma que levanta. No instalado (WooCommerce), o programa é gratuito e a liberdade é total, mas cada peça é sua: a hospedagem, a atualização do WordPress e dos plugins, a cópia de segurança e o conserto quando um plugin quebra o outro. Para quem tem um desenvolvedor por perto e precisa de algo fora do padrão, o instalado compensa. Para quem quer vender e não cuidar de servidor, a hospedada custa menos em tempo, que é o custo que a tabela não mostra.

Como escolher a plataforma de e-commerce certa?

  1. Comece pelo volume de hoje, não pelo de daqui a dois anos. Até algumas dezenas de pedidos por mês, a conversa no WhatsApp dá conta; a partir daí, o pagamento no site.
  2. Some as quatro parcelas (mensalidade, taxa da plataforma, tarifa do pagamento, extras) com o seu faturamento, e compare o que sobra, não o preço de capa.
  3. Confira o que a plataforma não faz. Frete por CEP, nota fiscal, marketplace, variações. Pergunte antes de assinar, porque toda página de planos mostra o que tem, não o que falta.
  4. Veja o que é promocional. "De R$ 99 por R$ 49" vira R$ 99 no segundo ano; preço em dólar muda com o câmbio.
  5. Garanta a saída. O domínio no seu nome e a exportação dos produtos e dos clientes em arquivo aberto. Plataforma boa deixa você ir embora.
  6. Confira a lei. Toda loja mostra nome, CNPJ ou CPF, endereço e as despesas de entrega antes de fechar o pedido (Decreto 7.962/2013, art. 2º), e o preço anunciado obriga quem anunciou (CDC, art. 30). A plataforma precisa ter lugar para isso.

Quais são 5 exemplos de e-commerce?

Cinco tipos de loja pequena que cabem numa plataforma hospedada, e o que muda em cada uma:

Vitrine de loja de roupas na Sitey com produtos em destaque, preços e categorias
Loja de roupas num modelo da Sitey: a vitrine por nicho muda o que aparece na página do produto.

O guia de loja virtual mostra cada um desses nichos funcionando num modelo da Sitey, e como criar loja virtual traz o passo a passo do cadastro ao primeiro pedido.

Perguntas frequentes

Qual é a melhor plataforma de e-commerce para iniciantes?

A que custa pouco para começar e não cobra por venda enquanto o volume é baixo. Na tabela, a loja-vitrine da Sitey, o plano grátis da Nuvemshop e o grátis da Loja Integrada são os pontos de partida; a diferença é que a Sitey junta o site da empresa e a loja no mesmo lugar.

Existe plataforma de e-commerce gratuita?

Existe o começo gratuito: Nuvemshop (plano Começo) e Loja Integrada (plano Grátis) têm plano sem mensalidade com limites; o WooCommerce é gratuito, mas a hospedagem não. Na Sitey, criar a loja é grátis e a hospedagem é paga.

Plataforma de e-commerce ou marketplace?

Os dois, com papéis diferentes: o marketplace traz quem não conhece você e cobra comissão; a loja própria atende quem volta, sem comissão, e fica com o cliente. Comece pela loja própria, que é o endereço de tudo, e use o marketplace como vitrine.

Posso trocar de plataforma depois?

Pode, e a troca é mais fácil quando o domínio está no seu nome e os produtos saem em arquivo. Comece pequeno e migre quando a operação pedir; a comparação Nuvemshop ou Sitey mostra um caso típico de quando cada uma faz sentido.

Preciso de CNPJ para abrir uma loja virtual?

Para começar a vender, não: o Decreto 7.962/2013 pede, em local de destaque no site, o nome do vendedor e o número de inscrição no CPF ou no CNPJ, além do endereço físico e eletrônico (art. 2º, I e II). Quem vende com frequência costuma formalizar como MEI, o que também abre a porta dos meios de pagamento com tarifa menor e da emissão de nota fiscal. Nenhuma plataforma da tabela exige CNPJ para criar a loja; o meio de pagamento pode exigir documento para liberar o recebimento.

Quanto custa o meio de pagamento?

Uma tarifa por transação, que varia com o processador, o cartão e o número de parcelas, em qualquer plataforma que recebe no site. A Nuvemshop publica o processamento do Nuvem Pago por plano (4,69% no Começo, por exemplo); nas outras, o valor está no contrato do meio de pagamento.

Se a sua loja ainda está no papel, comece pela que custa menos para começar: escolha um dos modelos de loja virtual, cadastre os produtos e receba o primeiro pedido no WhatsApp.

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