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Tráfego pago para advogados: o guia completo

Publicado em 27 de agosto de 2026 · Blog da Sitey

Tráfego pago para advogados: o guia completo

Tráfego pago para advogados é permitido em 2026, desde que o anúncio seja informativo e siga o Provimento 205/2021 da OAB: sem promessa de resultado, sem honorários, sem captação de clientela e sem mirar pessoas em situação específica de necessidade jurídica. Funciona quando o clique cai num site próprio com a área de atuação, a cidade e o número da OAB escritos — e não numa lista de contatos comprada.

Advogado pode fazer tráfego pago?

Pode. O Provimento 205/2021 do Conselho Federal da OAB regula a publicidade da advocacia e trata o anúncio pago e o impulsionamento de conteúdo como formas de publicidade — admitidas quando o conteúdo é informativo e sóbrio. O que ele veda é o mesmo que veda em qualquer canal:

Dentro disso, cabe anunciar a área de atuação, a formação, o conteúdo que explica um direito e o convite para conhecer o escritório. Quem responde ao anúncio procurou você — e é isso que separa publicidade de captação.

Onde anunciar: Google ou redes sociais?

Para advogado, o Google rende mais, porque o anúncio aparece a quem já está buscando: "advogado trabalhista em [cidade]", "advogado previdenciário [bairro]", "revisão de aposentadoria". A pessoa fez a busca; o anúncio só responde. O clique nesse tipo de termo custa vários reais — a concorrência é entre escritórios — e por isso o anúncio precisa cair numa página que converta, não na home genérica.

Nas redes sociais, o anúncio interrompe quem não estava procurando, e é aí que o Provimento aperta: o impulsionamento de conteúdo informativo (um post explicando um direito) é admitido; a segmentação por situação específica — "pessoas demitidas nos últimos 30 dias" — não. Na prática, redes servem para impulsionar conteúdo educativo para a sua cidade; o Google serve para ser encontrado por quem já precisa.

O que a página que recebe o clique precisa ter?

É onde a maior parte do dinheiro se perde. O anúncio traz a pessoa; a página é o que faz ela entrar em contato. A página que funciona:

Um site de escritório com uma página por área e a cidade escrita resolve isso sem agência: cada anúncio aponta para a sua página. Na Sitey, o modelo de advocacia já nasce assim — número de inscrição junto ao nome, áreas como conteúdo informativo, formulário com aviso de sigilo — e criar é grátis; a hospedagem custa R$ 29,90 por mês no plano anual.

Quanto custa e como medir?

O custo é o clique vezes o número de cliques, e o clique jurídico é dos mais caros do Google no Brasil. Por isso a medida certa não é "quantos cliques", e sim "quantos contatos qualificados por real gasto". Para medir, três coisas: o formulário do site precisa registrar de onde veio o contato (o próprio link do anúncio carrega essa marcação), o WhatsApp precisa ser aberto pela página (e não digitado de cabeça) e o escritório precisa anotar qual contato virou consulta.

Comece pequeno: uma área, uma cidade, um anúncio, uma página. Rode duas semanas, veja o custo por contato, ajuste as palavras que trouxeram gente errada ("advogado gratuito", "defensoria") como negativas e só então amplie. Anúncio jurídico sem palavras negativas gasta metade do orçamento com quem procurava atendimento gratuito.

Perguntas frequentes

Posso anunciar "advogado trabalhista em [cidade]" no Google?

Pode. É publicidade informativa: descreve a área e o local, e responde a quem buscou. O que não pode é o texto do anúncio prometer resultado, citar honorários ou usar linguagem de venda — e a página que recebe o clique segue a mesma regra.

Posso colocar preço ou "primeira consulta grátis" no anúncio?

Não. O Provimento 205/2021 veda a divulgação de honorários e de formas de pagamento na publicidade, e a consulta gratuita como chamariz é tratada como captação. O anúncio informa a área; o valor se conversa com quem procurou.

Preciso de site para fazer tráfego pago?

Precisa de uma página sua para receber o clique — perfil de rede social e portal de terceiros não servem: o Google avalia a página de destino, e a OAB responsabiliza o advogado pelo que aparece nela. Um site próprio com uma página por área é o mínimo.

Como captar clientes na advocacia sem anúncio?

Pelo orgânico: um site com a área e a cidade escritas, o perfil do Google preenchido apontando para ele, e conteúdo que explica direitos em linguagem de gente. Quem busca "advogado [área] em [cidade]" encontra o site sem clique pago — demora mais para começar e não para quando o orçamento acaba.

Impulsionar post no Instagram é permitido para advogado?

É, quando o post é informativo (explica um direito, apresenta o escritório) e o público é geral ou por região. Não é quando a segmentação mira pessoas numa situação específica de necessidade jurídica ou quando o conteúdo promete resultado.

Se você vai anunciar, comece pela página que recebe o clique: veja os modelos de site para advocacia — número de inscrição junto ao nome, uma página por área e o contato caindo no WhatsApp do escritório, dentro do Provimento 205/2021.

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