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Marketing para consultórios médicos: o guia completo

Publicado em 27 de agosto de 2026 · Blog da Sitey

Marketing para consultórios médicos: o guia completo

Marketing para consultórios médicos em 2026 é ser encontrado por quem busca a especialidade na sua cidade ou o convênio, e transformar isso em consulta marcada — dentro da Resolução CFM 2.336/2023, que permite informar valor de consulta e pagamento, mas veda promessa de resultado, sorteio e venda casada. Na prática: perfil do Google, site com especialidades, convênios, CRM e RQE, e o pedido no WhatsApp da recepção.

O que a publicidade médica pode e não pode fazer?

A referência é a Resolução CFM 2.336/2023, que reescreveu as regras da publicidade médica. Ela ampliou o que é permitido e manteve o que protege o paciente:

Como o paciente encontra um consultório hoje?

De três jeitos, e todos passam pelo Google: pela especialidade na cidade ("dermatologista em [cidade]", "pediatra [bairro]"), pelo convênio ("cardiologista que atende [convênio]") e pelo nome, depois de uma indicação ou de um portal de agendamento. Nos três casos ele quer a mesma coisa antes de ligar: confirmar quem é, o que faz, se aceita o plano, onde fica e como marca.

Duas peças respondem a isso. O Perfil da Empresa no Google, gratuito, com a categoria certa, endereço, horário, fotos reais do consultório e o link do site — é o que aparece no mapa. E o site próprio, com uma página por especialidade e por exame escritas como texto, a lista de convênios e o CRM e RQE junto ao nome: é o que o Google indexa e o que o paciente lê antes de decidir.

O que o site do consultório precisa ter?

Na Sitey, os modelos para médicos e clínicas nascem com essas seções — especialidades e exames, convênios, o campo de CRM e RQE em destaque e o lugar próprio para o valor da consulta, que você preenche ou deixa em branco. Criar é grátis; a hospedagem custa R$ 29,90 por mês no plano anual.

Redes sociais e anúncio: como usar sem infringir?

Nas redes, o que funciona é o conteúdo educativo da sua especialidade em linguagem de gente — sintomas que merecem consulta, como se prepara para um exame, o que muda com a idade — e o bastidor do consultório. A resolução permite; o que ela veda continua valendo em qualquer canal: promessa, sensacionalismo, título sem registro. Depoimento de paciente é permitido pela norma atual, desde que espontâneo e sem promessa de resultado, mas exige autorização e cuidado com o sigilo.

Anúncio pago funciona no Google, para a especialidade e a cidade, apontando para a página daquela especialidade — nunca para a home. Nas redes, cuidado com a segmentação: mirar pessoas por condição de saúde é tratar dado sensível (Lei 13.709/2018). Segmente por região e interesse geral, e deixe o conteúdo filtrar.

Como medir o retorno?

Pelo custo por consulta marcada, não por clique ou seguidor. Para isso, o botão do site precisa registrar de onde veio o pedido (Google, anúncio, rede, indicação) e a recepção precisa anotar quais viraram consulta. Em geral, o perfil do Google e o site trazem a maior parte das consultas novas; as redes constroem nome e retorno; o anúncio acelera uma especialidade nova. Comece pelo que é grátis e meça antes de pagar.

Perguntas frequentes

Médico pode divulgar o preço da consulta?

Pode. A Resolução CFM 2.336/2023 permite informar o valor da consulta, os meios de pagamento e descontos de campanha, desde que sem sorteio, prêmio ou venda casada. É opcional — o site pode trazer ou não.

Posso publicar antes e depois de pacientes?

Pode, com as condições da resolução: autorização do paciente, texto explicativo, sem filtro ou edição, incluindo evoluções insatisfatórias, e sem apresentar o resultado como promessa. Em estética o cuidado é dobrado.

Quais são os melhores sites para médicos?

Os portais de agendamento colocam você numa lista com dezenas de colegas e cobram por consulta ou plano. O site próprio é o que aparece quando o paciente busca o seu nome, a especialidade na cidade ou o convênio, e leva direto à recepção. O melhor arranjo é ter os dois, com o site como base.

Preciso de agência para fazer marketing médico?

Não para o básico: perfil do Google preenchido, site com especialidades e convênios, conteúdo educativo nas redes. Agência ou gestor de tráfego entram quando há verba para anúncio e uma página pronta para receber o clique — e precisam conhecer a resolução do CFM.

O consultório precisa de site se está num portal de agendamento?

Precisa, porque o paciente que viu você no portal busca o seu nome no Google para confirmar — e, sem site, essa busca cai de volta no portal ou em nada. O site é onde ele confirma CRM, convênio e endereço e marca direto com a recepção.

Se o seu consultório hoje depende do portal e da indicação, comece pelo lugar onde o paciente confirma quem você é: veja os modelos de site para médicos e clínicas — especialidades e exames, convênios, CRM e RQE em destaque e o pedido chegando no WhatsApp da recepção.

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